quarta-feira, janeiro 21, 2009

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Coisas bonitas para dizer num restaurante

Num restaurante perto de si, que começa com Spai e acaba em Café, num jantar pela altura do Natal, numa sala cheia de jantares de Natal de empresas. O nosso herói, animado e divertido como sempre, ao ver que as senhoras da idade dele (isto é, sexagenárias), estavam todas a sentar-se numa mesa ao fundo do espaço, inquire:
A.M. : Menina, menina, aquilo ali é a secção do Museu do Cairo?

E. S. : Desculpe?

A.M. : É que está a mandar para ali as múmias todas! LOL!

Inigualável.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Boicote ao Paulo Branco


O filho da mãe (e do pai também) do Paulo Branco, que saca subsídios ao Estado (e, portanto, a quem paga imposto, como EU!), para fazer filmes de merda, os quais, quando gasto dinheiro para ir ver, quase sempre me arrependo de ver. E de ter gasto dinheiro.



Aliás, eu tinha o cartão Medeia, mas atendendo à parca e crescentemente desinteressante escolha de filmes nos cinemas que tinham o Cartão Medeia (Monumental, Nimas, King...) e ao mau estado das salas, é óbvio que se tornou inutil continuar a pagar 13 euros mensais (na altura eram 13!) para não querer ir ver filmes a esses cinemas.



É inegável que o Alvaláxia (que tinha cartão Medeia e deixou de ter! Aliás, era o King Card, antes)e o Corte Inglés são muito mais agradáveis, em termos de conforto, imagem e som. E a mania de ser do contra e de frequentar cinemas de pseudos já não tem piada, porque já não me aguento para ir às sessões da meia-noite ver a freakalhada toda a sair da sessão das 21h (embora a "gente da sessão das 19h ainda seja mais assustadora). E já não aguento estar a coçar-me as duas ou três horas de filme por causa dos bichos/ácaros/pulgas que vivem nas cadeiras destes cinemas.



Never the less, isto tudo para dizer que o filho da mãe do Paulo Branco, que tem filmes de merda que só passam nestes cinemas, resolveu mexer os cordelinhos (e não devem ser poucos... deve fazer parte de algum clube de culinária ou algo do género) e conseguiu bloquear o Zon Card durante três meses (por mim, até estaria tudo bem, porque só terei o meu no início de Abril).



Mas, por princípio e por uma questão de bom senso, não posso deixar de perguntar: como é que a Autoridade para a Concorrência toma uma decisão tão estúpida, precipitada e infundamentada? Desde quando é que os filmes que passam nos cinemas Lusomundo são os que passam nos circuitos onde morrem os produzidos pelo bigodes do Paulo Branco? Não faz sentido e só alguém muito mal informado ou muito bem pago decide isto.



E atenção, que fique aqui claro que não estou a defender a Zon. Os sacanas também são uns velhacos. Por exemplo, só quando reclamei por escrito que tinha sabido de uma pessoa que pagava menos 7 euros que eu pelos mesmos serviços e ameacei que os ia deixar e trocar pela Meo é que me propuseram pagar menos 11 euros e ter mais serviços do que tinha. Eu, claro, que sou uma fácil, vendi a minha alma ao Diabo (que é como quem diz, acedi a ficar vinculada mais 12 meses) e concordei.



Agora, isto é uma vergonha. Uma vergonha. Uma incongruência e uma vergonha.



Não consigo dizer mais nada. Só isto. Uma vergonha.

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Gadgets...

Não conhecia esta ferramenta:

Há coisas incríveis, não há?

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Tenho . . .

Age in years 28,93
Age in months 347
Age in weeks 1509
Age in days 10561
Age in hours 253470
Age in minutes 15208180
Age in seconds 912490818
Age in Milli seconds 91249081799
You were born on Sunday


A parcela que mais gosto é a das semanas. Saber que tenho 1509 semanas. Porque em intervalos de nove semanas já fiz muitas coisas.

terça-feira, novembro 11, 2008

Bloqueio criativo


Ando estafada. Ando estoirada, aliás. O volume de trabalho aumenta. O volume da lide de casa também. E quem disse que isto era fácil?
E novidades? O Obama ganhou (agora deve vir aí o meteorito), presenciei História que me vou orgulhar de contar aos meus netos.
Os alemães começaram hoje, pelas 11h11min, a preparar o Carnaval.
O São Martinho, este ano, não deve ter feito o cavalo bater bem com os cascos lá para a Nazaré, porque já choveu hoje de tarde.
Como a Carla Chambel ou outra pessoa do jet set não me proporcionaram, entretanto, outra bacorada para me rir um bocadinho, não tenho mesmo mais nada para comentar....
Valha-nos esta rafeira, que compensa as canseiras mundanas com a alegria que traz ao meu dia-a-dia! E vá lá, que estou quase a ir de férias de Verão! Com três meses de atraso.
Ui, ui! Mas vou! E não devo cá voltar até dia 1 de Dezembro! Eh, eh, eh!
Inta futxana!

sexta-feira, outubro 17, 2008

Há que ser rigoroso(a)


Ontem, folheava eu uma "revista da treta" (expressão usurpei do meu Pai e que adoro utilizar), uma Lux ou uma Caras, nunca sei, e passo os olhos pela última página, onde aparece sempre uma "entrevista" a algum wannabe", a quem fazem sempre as mesmas perguntas.


Desta vez era a Carla Chambel, aquela estranha, que entrou na novela de faca, alguidar e sexo da Sic e que era a desgraçada à procura da irmã, apaixonada por um Santiago que só tinha olhos para a Lúcia Moniz na Vingança (vin-gan-ça, vin-gan-ça... esta melodia martelada dos Anjos...). Estão a ver? Aquela que tinha um filme parvo num carro com aquele actor feio, que fazia de filho do Camilo de Oliveira e andava sempre de fato de macaco. A voz do Bes que diz, "Ó Ronaldo, era suposto dizeres 'uso a cabeça'..." e o Cristiano lhe responde: "É a mesma coisa."


Bem, adiante...


À questão standard "Música", ela responde "Radar - não é uma banda nem uma música, é a rádio que eu oiço sempre."


Até aqui, tudo bem... um pontinho a mais na minha inútil e pessoalíssima tabela de consideração pela Carla Chambel.


Até continuar a ler: "(...) Passa sobretudo soul e jazz e uma ou outra pop."


Pé no travão. Marcha atrás. "Radar". Soul e jazz e alguma pop?


Ó filha! Estás bem, tu? Sóbria? O rds do teu carro troca "Marginal", por exemplo, por "Radar"? tu sabes o que é soul e jazz?


Artics Monkeys são os novos reis do soul, não haja dúvida. The Strokes, essa banda de jazz mundialmente conhecida!


E os LCD Soundsystem? Tchiiii! Vão ficar para sempre na história do soul North American Scum!


Ó querida!! The National. The Killers! Interpol... Yeah, Yeah, Yeahs... grandes batidas de soul...


Sinceramente... Como dizia o desenho animado do Ren&Stimpy: so cute... but is WRONG!!!!

Dumb ass.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Chegaremos à Madeira?


Coitado do João Luís, se fosse no nosso tempo. E os bolos do Califa da Ana Marta também eram banidos.

Ainda bem que não chegámos à Madeira. Ainda.

quarta-feira, setembro 17, 2008

I just can't get enough

Ando meia cheché, como diria a Mg.
Então não é que andei a ouvir
isto, convencida que andava a ouvir Duran Duran. Até hoje ter ouvido a letra e ter visto que, em parte alguma, ele cantava a View to Kill!

White Lies - Unfinished Business. Adoro!




Lindo, lindo é que, desfeito o equívoco (já me andava a perguntar porque carga de água a Radar andava a insistir tanto nos Duran Duran!) continuo a achar que o gajo que canta soa a Simon Le Bon, a música, a total View to Kill misturado, diria, com Interpol! Parecer, parece um mongloíde que conheço.
Isto, depois de ter visto a Madonna a misturar a Isla Bonita com Kustirica e Gipsy Kings e agarrada à guitarra eléctrica, qual membro honorário dos Metallica a cantar o Hung Up... Mamma mia, que confusão que vai nesta cabeça.

quinta-feira, setembro 04, 2008

Era eu, o Chakall, a ex-Ministra do Trabalho e o Secretário de Estado e o meu Pai

Não, não foi outro sonho!
Foi mesmo real! Um belo almoço.
Tudo começou... Há um tempo atráááás... na ilha do sooool...
Brincadeirinha... eu explico:


Ontem recebo uma carta timbrada de uma Quinta dos Frades, com selo de lacre e tudo, a convidar-me, a mim, Exma. Senhora Dr.ª Directora T., para ir conhecer ver as renovações no espaço que era já o Restaurante Quinta dos Frades, no Lumiar... sendo que eu nunca lá tinha ido!


Blá, blá, blá, decoração da não-sei-quantas que polvilhou (aliás, o texto da carta é parecido ao texto da página do lifecooler) com cores roxo e amrelo e vermelhos e blá, blá... Venha, que temos uma surpresa para si.


E eu não resisto a surpresas... Nem o meu Pai...LOL! Fomos lá hoje!


Empanturrava-me eu com as entradinhas e trazem a surpresa do Chef - antes do risotto de vieiras e cogumelos que decidi que ia comer (e que estava de-li-ci-o-so): um morango no espeto, coberto de chocolate, com um paralelipípedo de queijo coberto com alpista... Ah... Está bem... Chocolate para a entrada... está bem... isto é que era a surpresa... hum... Será que foi ideia do Cha-Cha-Chakall?


Enquanto neste momento de desilusão, entrava a Senhora Ex-Ministra, acompanhada do Senhor Secretário de Estado. Não pude deixar de reparar que vestia mal. Muito mal. E tinha uma mala de tiracolo igual a uma que me ofereceram para o meu décimo aniversário.


Mas a surpresa a sério chegou depois... Começo a ver O executive-chef do sítio a cirandar pelo restaurante. Cha-cha-chakall em pessoa. Não tão lavadinho como parece na tv. Um uma carequinha incipiente, mas com um corpinho e uns olhos azuis... de abrir o apetite! LOL! (Sim, sim, eu sei que o espécime de 1972 é casado e tem filhos, mas olhar não tira pedaço!)


E ele lá se vem sentar com um engravatado na mesa, mesmo, mesmo colada à nossa. Aaaaah, Cha-cha-chakall. Que maravilha!


Confirma-se ao vivo o teu sotaque sexy sul-americano, que deu azo a recordações menos felizes de Buenos Aires da parte do meu progenitor. LOL!


Más qué márávilhá!


"Bánána não téhm carôço, téhm filámentô espessô qui dificultáh á mástigazão."
LOL!

segunda-feira, setembro 01, 2008

Banda sonora para o pesadelo


Querido Donovan,


Adoro os teus álbuns.
Andava distraída desde o Move by Yourself, e estes Recycles Recipes e Pass It Around estavam-me a passar ao lado.

Gostei muito da Mansions on the sand.
E das recicladas, do Wondering where the lions are, o que vem muito a propósito do meu sonho marado, e do Theologians (para não dizer o resto do álbum todo!).


Chamo-te Papa, chamo-te Bebé, chamo-te o que quiseres. Desde que continues a lançar pérolas destas, it don't matter to me.
(P.S. - Repara como escolhi uma fotografia tua em que estás penteadinho, lavadinho e até com um certo allure de fashion victim!)

Para ouvir...


Sun's up, uuh huh, looks okay
the world survives into another day
and i'm thinking about eternity
some kind of ecstasy got a hold on me.

I had another dream about lions at the door
they weren't half as frightening as they were before
but i'm thinking about eternity
some kind of ecstasy got a hold on me.

Walls windows trees, waves coming through
you be in me and i'll be in you
together in eternity
some kind of ecstasy got a hold on me

Up among the firs where it smells so sweet
or down in the valley where the river used to be
i got my mind on eternity
some kind of ecstasy got a hold on me
and i'm wondering where the lions are...
i'm wondering where the lions are...

Huge orange flying boat rises off a lake,
thousand-year-old petroglyphs doing a double take,
pointing a finger at eternity
i'm sitting in the middle of this ecstasy

Young men marching, helmets shining in the sun,
polished as precise like the brain behind the gun
(should be!) they got me thinking about eternity
some kind of ecstasy got a hold on me
and i'm wondering where the lions are...
i'm wondering where the lions are...

Freighters on the nod on the surface of the bay
One of these days we're going to sail away,
going to sail into eternity
some kind of ecstasy got a hold on me
and i'm wondering where the lions are...
i'm wondering where the lions are...

Mais um apocalipse



Quem me conhece bem, sabe que não é estranho sonhar com "o fim do mundo". Há anos que sonho com o fim do mundo. Não o fim do mundo, as in, o fim do mundo em cuecas, mas o fim do mundo, género, cataclismos naturais. Inundações. Maremotos. Tremores de terra. Ciclones. Tempestades gigantes. Radioactividade e gafanhotos. Enfim...


Hoje não foi diferente. Mas teve a particularidade de ter um novo elemento que ainda não me tinha ocorrido. E de ter o "após o fim do mundo".


É verdade que vejo muita televisão. Gosto muito das séries que a maior parte das pessoas não se sente confortável a ver, como a recente "End of Days - Revelações" ou a já antiga "Millennium".


Pois que hoje sonhei que Lisboa ia ser atingida por um maremoto - normalmente, quando há maremotos nos meus sonhos, estou na Madeira, para poder fugir para as montanhas... - logo após ter havido um tremor de terra. Aviso quem está ao pé de mim que o maremoto não deve tardar, até porque o rio recuou, Isto é o básico, toda a gente sabe, mas no sonho diziam-me que não tinha recuado quase nada e que talvez pudessem vir umas ondinhas.


Vieram umas ondonas, já estava eu no alto, a ver o Tejo a galgar margens.

Subitamente, já estou numa Lisboa destruída, onde temos de fugir de uma espécie de pessoas doente, tipo, contaminada por algum vírus que, não fatal, as transforma em pessoas irracionais e extremamente violentas. Os olhos saltam das órbitas, a cabeça rodopia e tal... Há uma vacina, mas é difícil de obter, porque a planta - qualquer coisa tipo aloé vera - é difícil de arranjar e a forma de extracção é complicada com os poucos meios ao nosso alcance, como sobreviventes do fim do mundo. Ah, e Lisboa, agora, é uma ilha...


Entretanto, no nosso resort de sobreviventes, temos o famoso Sting, também a fugir dos possuídos e também ansioso por ser vacinado.


À parte de cenas horríveis de violência que não vos vou contar e que envolvem a je a pegar numa cadeira de metal, forrada a pele cor de mel, pesada como o raio, para bater num possuído que me queria comer ou matar ou lá o que queria fazer, há particularidades do sonho muito interessantes: na comuna de Lisboa after destruction havia farmacêuticas que conseguiam fazer pílulas contraceptivas - (!!!) muito importante!! -só que, ocmo não tinham todos os meios de um laboratório ao seu alcance, faziam-nas numa tigela. Elas secavam, qual cristal de açúcar por cima de leite creme (reparei nisso hoje ao comer um), elas partiam-nos em pequenos bocados e punham numas vasilhas, de onde as mulheres iam tirando pedacinhos do tamanho de unhas, que se assemelhavam a bocados de uma garrafa de plástico transparente.


Internem-me, por favor.

quinta-feira, agosto 28, 2008

Ay, que dolor!

Qual parábola do filho pródigo (Evangelho de São Lucas 15:11-32, para quem não sabe), voltei ao yoga.


Versão caseira (ando a queimar o cartão de crédito no admirável mundo novo que é para mim a Amazon.com! Com a Rainbeau Mars - que conheci no ...tenho vergonha de dizer... Canal Infinito... e com o Rodney Yee, 'actor and martial arts expert', cujo exemplo podem ver aqui...).


Tudo para dizer que, só com vinte minutinhos matinais - aproveitando o tempo que antes passava ainda a dormir e que agora não posso, por causa do meu novo despertasor, Miss Jackie - fiquei que nem posso.


E, atenção, estamos a falar de uns 20 minutinhos aparentemente suaves, em que o foco eram torções e a maior parte do tempo estou sentada ou deitada!


Para terem uma ideia, dói-me a cintura! Dói-me:
Quem diria que o Trikonasanazinho era tão poderoso?
Só se nota quando não se está fit!
(E o sitezinho onde encontrei esta imagem? Yoga postures to weight loss! LOL!! Yeah, right...)
Enfim...

quarta-feira, agosto 27, 2008

Dois num dia é uma alegria: frikaute # 2



Há gente tão estúpida que deviam inventar um adjectivo sinónimo com o nome delas.
Estúpidas e ingratas.
Bem dizia o outro, a natureza é tão pródiga, que a estupidez nasce em qualquer lado, qual erva daninha.


Homenagem ao recentíssimo Freak Out: a frikaute of my own

Cambada de invertebrados.

( Já passou. )

Vou voltar para a minha cabana, numa selva perdida, num país por descobrir, rodeada de silvas e cardos, sem portas nem janelas. E não há demagogo que me demova.






Analogias, death and all its friends e qualquer coisa do género

Não, não morri.
Sim, o blog está moribundo.
Não, está, qual crocodilo, a estivar.
Eu esqueço-me de regar as flores, quanto mais regar o blog num mês de Agosto sem férias e com trabalho a dobrar.

Mas deixo uma anedota que me diverte há cinco dias:


"Redassão: Um irmão
Quando tiver um mano, vou-lhe chamar Herrar.
Porque Herrar é o mano."

terça-feira, julho 01, 2008

Aposto que não sabem...

Então não é que a Miss Dinamarca Helena Christensen anda com o Paul Banks (o vocalista guitarrista dos Interpol???)


Ma-tem-me, como diz a minha Xu.

Ora, 1968 para 1978 - é só fazerem as contas, como dizia o Guterres.

Malandreca...

O gajo deve cantar-lhe ao ouvido: Helenaaa, heaven restores you in life...

(Andei à procura as fotografias da Nova Gente, onde se vê um bocadinho de celulitezinha na boa da Helena - atenção, de todas, ela até era a minha favorita e continua linda, mas eu queria dar um pouco de realismo à coisa... Têm de ver a Nova Gente com o Figo e família na capa, aquilo é Mischa Não-sei-quantas do OC (Terra dos Ricos) cheia de celulite, a Helena, a Diana Chaves na praia sem o Photoshop da GQ, a Carolina Patrocínio e a sua anca parideira, enfim, um descanso para irmos todas para a praia sem complexos parvos.... Melhor, vejam este postezinho ou este postezinho ou este, ainda melhor, e este, ou o site com a Vitoria Beckham ou ainda este site, com a querida da "Melissa-Espanta-Espíritos"... ou este, com a Sharon Stone... porque ela ainda por aí e ninguém (quase ninguém) lhe foge! Sinceramente, acho que todas as meninas deviam ver TODOS os links, porque isto é que é a realidade... não as reportagens tratadas nas revistas...
É caso para dizer: EU É QUE SOU A RAINHA DA COCADA PRETA!

sexta-feira, junho 27, 2008

Jack Johnson forever!


Jack, Jack, Jack!


My god!
Quem não sabe, fica a saber, mas não é novidade nenhuma: se tivesse de escolher um disco para levar para uma ilha deserta e ouvi-lo, só a esse disco, para sempre, sem dúvida alguma que levaria um dos três primeiros do Jack Johnson.
Por isso, foi com muito prazer que recebi o convite...
Claro que eu ia convencida que ia a mais do mesmo - porque há dois anos nem um "boa noite" lhe saiu da boca e ninguém lhe viu os dentes - ouvir as músicas dos cds sentada no Pavilhão Atlântico... (só para quem gosta, portanto...)

Mas então não é que... SURPRESA!


Não sei se andou a fumar cigarrinhos para rir, antes do concerto, com o G. Love e o Mason Jennings, mas a verdade é que o homem se fartou de falar! Dizer piadas! Falar da mulher. Do cavaquinho. Do whatever ele estava para lá a dizer! Fazer improvisos das músicas (sobretudo quando se perdia nelas e se esquecia da letra ou de acompanhar o ritmo), tocou os álbuns quase todos - sobretudo o In Between Dreams - e conquistou o povo que preenchia 3/5 do recinto.


Mas que maravilha.
De 1 a 20, o outro foi um 9,5 e este foi um 18. Não foi 20 porque o Pavilhão Atlântico tem um som manhoso e o público era maioritariamente juvenil e histérico.
Mas o Jack teve, pessoalmente, nota 19. (Sinto-me o Professor Marcelo na TSF!) Muito bem. MUITO BEM! Não tem 20, porque estava com barba por fazer e parecia um bocadinho... um homem das cavernas...


A-d-o-r-e-i.


E o G. Love? Brutal!! Até o tal do Zack Nha-Nha-Nha do órgão (apelido perdido na acústica manhosa do pavilhão) era 5 estrelas.


E duas horas e meia de concerto? :) C'a bom!


(Obrigada, Monkeyzinha! :) )

sexta-feira, junho 20, 2008

Homem velho, mulher nova, filhos até à cova

Se o ditado acima é já bastante conhecido, este que estou prestes a revelar, talvez não seja. O Sr. X, aos sessenta, decidiu casar-se com a Senhora Y, de 35 anos. Quando lhe perguntaram se tinha a certeza, porque podia "danificar a roda pedaleira" com as exigências do casamento (com o débito conjugal), a resposta foi:

Não há problema. Aliás, só podia ser assim. Fósforo velho só acende em lixa nova.

É sempre a mesma cantiga



O Euro, viste-o? Nem eu!