Mais um apocalipse
Quem me conhece bem, sabe que não é estranho sonhar com "o fim do mundo". Há anos que sonho com o fim do mundo. Não o fim do mundo, as in, o fim do mundo em cuecas, mas o fim do mundo, género, cataclismos naturais. Inundações. Maremotos. Tremores de terra. Ciclones. Tempestades gigantes. Radioactividade e gafanhotos. Enfim...
Hoje não foi diferente. Mas teve a particularidade de ter um novo elemento que ainda não me tinha ocorrido. E de ter o "após o fim do mundo".
É verdade que vejo muita televisão. Gosto muito das séries que a maior parte das pessoas não se sente confortável a ver, como a recente "End of Days - Revelações" ou a já antiga "Millennium".
Pois que hoje sonhei que Lisboa ia ser atingida por um maremoto - normalmente, quando há maremotos nos meus sonhos, estou na Madeira, para poder fugir para as montanhas... - logo após ter havido um tremor de terra. Aviso quem está ao pé de mim que o maremoto não deve tardar, até porque o rio recuou, Isto é o básico, toda a gente sabe, mas no sonho diziam-me que não tinha recuado quase nada e que talvez pudessem vir umas ondinhas.
Vieram umas ondonas, já estava eu no alto, a ver o Tejo a galgar margens.
Subitamente, já estou numa Lisboa destruída, onde temos de fugir de uma espécie de pessoas doente, tipo, contaminada por algum vírus que, não fatal, as transforma em pessoas irracionais e extremamente violentas. Os olhos saltam das órbitas, a cabeça rodopia e tal... Há uma vacina, mas é difícil de obter, porque a planta - qualquer coisa tipo aloé vera - é difícil de arranjar e a forma de extracção é complicada com os poucos meios ao nosso alcance, como sobreviventes do fim do mundo. Ah, e Lisboa, agora, é uma ilha...
Entretanto, no nosso resort de sobreviventes, temos o famoso Sting, também a fugir dos possuídos e também ansioso por ser vacinado.
À parte de cenas horríveis de violência que não vos vou contar e que envolvem a je a pegar numa cadeira de metal, forrada a pele cor de mel, pesada como o raio, para bater num possuído que me queria comer ou matar ou lá o que queria fazer, há particularidades do sonho muito interessantes: na comuna de Lisboa after destruction havia farmacêuticas que conseguiam fazer pílulas contraceptivas - (!!!) muito importante!! -só que, ocmo não tinham todos os meios de um laboratório ao seu alcance, faziam-nas numa tigela. Elas secavam, qual cristal de açúcar por cima de leite creme (reparei nisso hoje ao comer um), elas partiam-nos em pequenos bocados e punham numas vasilhas, de onde as mulheres iam tirando pedacinhos do tamanho de unhas, que se assemelhavam a bocados de uma garrafa de plástico transparente.
Internem-me, por favor.





4 epifanias alheias:
Rapariga o que é que tu andas a fumar?? LOL
Olha que se o Apocalipse vier... e tiver que fugir com o senhor Sting... para Madeira (pode ser Porto Santo, plizzz??)... não me parece nada mal! lol
Just kidding :)
estes sonos sao hilariantesss!tu tens de fazer um filme com tt argumento, é GENIAL!
Nat, não ando a fumar nada. E, se tivesse algum dia fumado (not!!), nessa altura não sonhava. Dormia a noite toda sem sonhos, que nem um anjinho...
Sonho bem engraçado! :) Eu pensava que era a única que não tinha sonhos semelhantes aos das personagens dos filmes, em que tudo o que se sucede está muito bem definido e interligado, como uma história.
Os meus são um turbilhão de maluquices. Num momento estou a comprar frango assado na Toys'R'Us e no momento seguinte estou a defender-me de raptores com um machado de borracha! Eu devo ter problemas...
A Falhada
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