25 de Abril sempre!!!
Força, força, companheiro Vasco, nós seremos a muralha d'aço!
Ai! 25 de Abril! Eu nem era nascida em 1974, era apenas uma hipótese cósmica remota.
Mas é uma data querida para mim, agravada pelo facto de ser o aniversário da minha Mamã - que está, lá longe, de férias, no Dubai, com o meu Papai!
Ela hoje faz 60 anos. (fez, porque lá já passa da meia-noite) E a comemoração não podia ser melhor (quer dizer, podia, se eu e o meu mano estivemos lá com eles), porque o programa hoje era irem jantar aquele hotel de 7 estrelas que correu mundo em mails espantados com tamanho luxo asiático. aliás, árabe. Crescente fértil e tal. Whatever. Bem, eles nos Emirados Árabes (os que são governados por... emires, eu pela metrópole portuguesa.
Bien... a noite da festa da revolução prometia. Ia à super-festa no Jamaica (!) de música de intervenção! Ou so they told me.
A noite, que começou no Irish Pub mais pequeno do Cais do Sodré ao som de um cantor muito bom- e onde não havia batatas fritas... chocking - e que ainda passou pela marisqueira do lado para um preguinho e uma imperial - tinhamos de nos preparar, não é? - lá foi dar ao Jamaica.
Sim, que não haja confusões. Uma daquelas discotecas ranhosas, com nomes como Europa, Oslo e Tóquio, naqueles becos atrás do Cais do Sodré, zona famosa da prostituição lisboeta, com cheirinho a mijo (pardon my French) e a vomitado.Mas o Jamaica sempre teve aquela aura de sítio diferente e visitável e a música até se ouve. Como me tinham prometido uma Festa da Revolução, fui confirmar sem levantar grandes ondas. Até vinha gente do Alentejo, disseram-me, para me obrigar a engolir o prego sem mastigar, com medo de não conseguirmos já entrar, tal prometia ser a afluência ao evento!
Ora, chegada ao local... vi cravos, mas não ouvi o que estava à espera. Ele era Doors, ele era Alfa Ville, mas Zeca Afonso, Carlos de Carvalho e afins, nem ouvi-los.
A pista (a sala toda, aliás), estava vazia como nunca (mas outras 2 ou 3 vezes) que lá fui, estava, e era dominada por uma cota epiléptica e um careca que devia pensar que era o Lizard King.
O ambiente era estranho e a Babe tinha razão ao dizer que parecia que estavamos todos dentro do anúncio da Worten "Isto são vocês daqui a 20 anos".
E a música de intervenção...? A música de intervenção foram 15 minutos com o Depois do Adeus e outros êxitos do género. Deu para animar a malta e aguentá-la lá quando voltaram ao Bob Marley, aos Cure e aos Men At Work!
Conclusão, ganhei um cravo vermelho, gastei umas calorias, dei umas boas risadas e cantei (desculpem, gritei) um bocado. Deu para sair quase rouca.
Valeu a pena arrastar-me de casa e vencer a preguiça. Estar com caras amigas e festivas. Curar neuras pessoais e alheias!
O melhor da noite: o presistente hálito a alho do prego, que me acompanhou até casa, às tantas da madrugada!




5 comentários:
Para mim nessa zona... só mesmo o Tóquio! Esse grande estabelecimento noturno! De vez em quando não resisto... lá tenho que ir! Para além da música o melhor são mesmo as personagens que por lá andam.
ah e em erlação aos cravos... não gosto... não podia ter sido outra flor qualquer??
Acabou o ser bem giro pela companhia q era mt animada.fartámo-nos de rir!mas agora vamos ter de passar a ir a sitios mais sofisticados que isto de ir p o cais de sodré não rende como a outros (as) ..... lol
LOL!!!
Tóquio, D. Nat?!?!?! LOL! Não sabia!! Quando fores, avisa, para ir explorar!
Babe! Sim, aquele não rende... LOL! I know what you mean! Mas deu para arregalar uma vista com uma certa visita! :P
:)
lol
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