quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Ode ao objecto quase inútil: Shredder: I love it!

The shredder!


Não, não me estou a referir ao arqui-inimigo da ratazana gigante vestida com um roupão roxo, o Splinter, que era o Mestre do Miguel Ângelo (o destrambelhado alegre da fita laranja) , do Rafael (o maluco de vermelho), do Donatello ( o cientista de roxo) e do Leonardo (o líder com juízo da fita azul!). Cowabunga, turtle power. Não é isso! Por acaso.

Estou-me a referir aquelas máquinas para destruir papel. Aquelas que fazem tirinhas de papel.

Sinto-me uma samurai da idade hodierna, uma ninja pós-moderna!

Dá-me cá um gozo por lá papel para ser mastigado...

4 comentários:

Soph disse...

Como eu gostava de experimentar uma máquina dessas!!! eheheheh

Em dias como o de hoje... metia lá tudo... pessoas e tudo!!!

Anónimo disse...

Ó mulher! Que bela ideia que me deste! Vou alugar a máquina aos 5 minutos/5€ para quem quiser.

A verdade é aqui aqui no office toda a gente em um fetiche qualquer e todos querem ser quem destroi o papel na dita cuja!

nat disse...

Também adoro! Tudo o que é papelinho vai lá parar!!

Muaaahahahahha! I'm powerful!Be afraid... be very afraid :P

Mariana disse...

eu desde pequena que me entretenho a cortar tirinhas de papel! acho que de repente descobri a minha vocação! xu! posso ir ter ao teu escritório um dia destes? hein? hein?