Ideiafixa
Fui desafiada. Cinco manias minhas. As regras são do domínio público e sinto-me pouco inspirada. Mas cá vai:
1. Acumulação: não consigo desfazer-me de nada!
Sejam bilhetes de cinema do Bodyguard, dos extintos cinemas Alfa, dos bilhetes antigos (antigos, com mais de 15 anos!!) do Fonte Nova ou do Quarteto, sejam dos novos do Monumental, que para o ano já não se vão ler, graças ao papel térmico que agora utilizam;
Sejam umas botas de cavaleiro, de quando tinha 8 anos (por acaso compraram-mas muito maiores do que o meu pé da altura, por isso servem-me) e nunca as deitei fora porque sabia que a moda ia voltar (só não previ é que eu não quisesse usá-las outra vez... mas continuam lá);
Sejam os All-Stars pretos, de borracha rachada branca, desfeitos e descolorados pelo uso, que só não sei bem onde os guardei (ou isso, ou a minha Mãe deitou-os fora à revelia);
Sejam t-shirts que só uso para dormir porque estão a) pequenas; b) velhas; c) demodées; d) all of the above, mas que insisto em ter arrumadas numa gaveta só para elas no armário;
Seja uma saia que não me serve, mais propriamente, um kilt, com cachecol a condizer, feitos pela D. Virgínia, a costureira, que não uso desde os 7 anos e que aparece em fotografias do Natal de 1986;
Sejam coisas que deviam ser ditas em certa e determinada altura e depois saem fora de tempo e circunstância;
Sejam telecomandos ou objectos estranhos, que acumulo para mais tarde fazer alguma obra de arte...;
Sejam álbuns em mp3 que saco e depois nem oiço (parece que é uma nova mania internacionalmente reconhecida e visível);
Sejam canetas vazias para colecção, o que nos leva à outra visão da mania, porque sou uma coleccionadora doentia (ou melhor, era, porque há meses que ando a combater esta mania e já me livrei de alguns impulsos):
Coleccionava postais, incluindo aqueles de publicidade (tenho 10 dossiers cheios), coleccionava bilhetes de cinema, coleccionava calendários, coleccionava afias, coleccionava borrachas, coleccionava canetas vazias, coleccionava marcadores de livros, coleccionava cartões de boas-festas, coleccionava espanta-espíritos, coleccionava calças de ganga e malas (according to my Mother)...
Mas, atenção: isto tudo quase que não conta como mania, porque agora virei zen nestas coisas e ando a lutar para que as coisas que tenham não me possuam, o que implica dizer as coisas logo e ver-me livre de objectos mais facilmente;
2. Superstições: há coisas que não consigo evitar fazer:
Tento entrar com o pé direito nas salas onde vou fazer testes, não ponho a mala no chão porque não quero ficar sem dinheiro, não cruzo sapatos nem deixo um virado ao contrário, não ponho tesouras nem objectos cortantes em cima da cama, não ponho chapéus em cima da cama (já gatos pretos, escadas e números 13 não me dizem nada);
3. Emoção bimba: emociono-me com demonstrações colectivas de partilha de sentimentos:
comovo-me quando aterro em Lisboa e os grunhos começam a aplaudir; comovo-me de ver um estádio cheio a torcer pela Selecção; comovo-me em casamentos quando a noiva entra...
4. Road Rage: descontrolo-me no trânsito:
É verdade, a T. não tem nada de dócil ao volante; de "cona de sabão" a "puta acelera" ou a "cabaz de cornos", praguejo como uma louca; de janela fechada, entenda-se;
5. Pechinchas: não resisto à busca do bom e do barato:
Lojas do chinês, lojas dos 300 ou do Euro&Meio, promoções, lojas refundidas na Rua dos Fanqueiros ou afins, supermercados, feiras manhosas, outlets, adoro ir bisbilhotar e fazer despesa; claro que às vezes lixo-me... Comprei um cadeado numa loja do chinês que agora não consigo tirar de uma mochila... Mas também tenho túnicas, camisolas, sacos, colares e sapatos compradas em sítios fora do circuito que ninguém mais tem!
1. Acumulação: não consigo desfazer-me de nada!
Sejam bilhetes de cinema do Bodyguard, dos extintos cinemas Alfa, dos bilhetes antigos (antigos, com mais de 15 anos!!) do Fonte Nova ou do Quarteto, sejam dos novos do Monumental, que para o ano já não se vão ler, graças ao papel térmico que agora utilizam;
Sejam umas botas de cavaleiro, de quando tinha 8 anos (por acaso compraram-mas muito maiores do que o meu pé da altura, por isso servem-me) e nunca as deitei fora porque sabia que a moda ia voltar (só não previ é que eu não quisesse usá-las outra vez... mas continuam lá);
Sejam os All-Stars pretos, de borracha rachada branca, desfeitos e descolorados pelo uso, que só não sei bem onde os guardei (ou isso, ou a minha Mãe deitou-os fora à revelia);
Sejam t-shirts que só uso para dormir porque estão a) pequenas; b) velhas; c) demodées; d) all of the above, mas que insisto em ter arrumadas numa gaveta só para elas no armário;
Seja uma saia que não me serve, mais propriamente, um kilt, com cachecol a condizer, feitos pela D. Virgínia, a costureira, que não uso desde os 7 anos e que aparece em fotografias do Natal de 1986;
Sejam coisas que deviam ser ditas em certa e determinada altura e depois saem fora de tempo e circunstância;

Sejam telecomandos ou objectos estranhos, que acumulo para mais tarde fazer alguma obra de arte...;
Sejam álbuns em mp3 que saco e depois nem oiço (parece que é uma nova mania internacionalmente reconhecida e visível);
Sejam canetas vazias para colecção, o que nos leva à outra visão da mania, porque sou uma coleccionadora doentia (ou melhor, era, porque há meses que ando a combater esta mania e já me livrei de alguns impulsos):
Coleccionava postais, incluindo aqueles de publicidade (tenho 10 dossiers cheios), coleccionava bilhetes de cinema, coleccionava calendários, coleccionava afias, coleccionava borrachas, coleccionava canetas vazias, coleccionava marcadores de livros, coleccionava cartões de boas-festas, coleccionava espanta-espíritos, coleccionava calças de ganga e malas (according to my Mother)...
Mas, atenção: isto tudo quase que não conta como mania, porque agora virei zen nestas coisas e ando a lutar para que as coisas que tenham não me possuam, o que implica dizer as coisas logo e ver-me livre de objectos mais facilmente;
2. Superstições: há coisas que não consigo evitar fazer:
Tento entrar com o pé direito nas salas onde vou fazer testes, não ponho a mala no chão porque não quero ficar sem dinheiro, não cruzo sapatos nem deixo um virado ao contrário, não ponho tesouras nem objectos cortantes em cima da cama, não ponho chapéus em cima da cama (já gatos pretos, escadas e números 13 não me dizem nada);
3. Emoção bimba: emociono-me com demonstrações colectivas de partilha de sentimentos:
comovo-me quando aterro em Lisboa e os grunhos começam a aplaudir; comovo-me de ver um estádio cheio a torcer pela Selecção; comovo-me em casamentos quando a noiva entra...
4. Road Rage: descontrolo-me no trânsito:
É verdade, a T. não tem nada de dócil ao volante; de "cona de sabão" a "puta acelera" ou a "cabaz de cornos", praguejo como uma louca; de janela fechada, entenda-se;
5. Pechinchas: não resisto à busca do bom e do barato:
Lojas do chinês, lojas dos 300 ou do Euro&Meio, promoções, lojas refundidas na Rua dos Fanqueiros ou afins, supermercados, feiras manhosas, outlets, adoro ir bisbilhotar e fazer despesa; claro que às vezes lixo-me... Comprei um cadeado numa loja do chinês que agora não consigo tirar de uma mochila... Mas também tenho túnicas, camisolas, sacos, colares e sapatos compradas em sítios fora do circuito que ninguém mais tem!




6 comentários:
Bem, se trabalhares na #5, talvez te ajude a minimizar a #1 - na qual partilho a parte da acumulação de coisas a dizer.
Às vezes penso que quem me lê no blog acha que não tenho papas na língua, mas tenho. Muitas e pastosas! Aquilo que lá meto é resultado de umas horitas a remoer no "Should have Could have".
Também partilho a raivinha do volante, mas não sou tão criativa nos insultos. Normalmente oscilo entre:
- Olha-me este pastor!
- Pronto, a lesma a ultrapassar o caracol e os outros que aguentem.
- Oh senhorinha, não havia mais faixas para ocupar? A senhora pode ser obesa, mas o carro não!
E já deixei de me conter: agora até em filas de trânsito canto desalmadamente... de vidro fechado, óculos escuros e volume alto, claro.
ADOREI!!!!!!!!!!!!!!!
Identifico-me com TODOS!!! eheheh
Aliás... coisas de GAJA!!! ehehehe
Uma partilha: também tenho um cadeado semelhante quelevei numa mochila para Moçambique! Num mercado de rua, quando precisei de "efectuar um pagamento"... lá ia eu toda lançada para abrir o cadeado... e NADA! Começei a "transpirar"!!! Eheheh Resultado: arrombei o fecho da mala em pleno Mercado de Maputo!
... ainda bem que eu estava com medo os assaltos! eheheh
;)
Outra coisa delirei com o pormenor das botas de cavaleiro - E.P.!!!
Beijinhoooooooooooo
Rachelet... LOL! Enfim... Vou tentar, então!
E, e... Também canto no carro. Quando vou sozinha. E de janela fechada, também! Só podia! Alto e a mau som! Os óculos escuros é que me têm escapado, mas é uma boa ideia... :S
Soph! Eu começei a suar com o cadeado em plena rua... Porque a chave do carro estava lá dentro, bem como a carteira, telemóvel, etc....
Botas de cavaleiro, sim... Todos temos coisas que nos envergonham no armário, não? Nem que sejam fotografias com roupa da Zara quando abriu e ainda eram as nossas mães que nos vestiam como ditava a moda. Be afraid... Be very afraid!!!
Ah! Mas muito importante, esqueci-me de uma mini Mania, mas com letra grande, à séria: tenho A Mania de tirar os rótulos de todas as garrafas que vêm para a mesa - seja em casa ou no restaurante. Não me controlo. É um autêntica compulsão!
Zara?????????????????!!?!?!
Por-fi-rios POWER!!!
Isso sim é de VALOR!!! ehehehe
Obrigada Mamã! eheheheh
Viva a piroseira!!!
;)
Essa dos rótulos só quando é de garrafas escritas em «estrangeiro».
Bem, eu, nos rótulos, não sou esquisita... lol...
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