terça-feira, outubro 24, 2006

Ode à cama!!


Não há nada como irmo-nos deitar à hora que queremos, e que calha, na nossa cama, sabendo que, no dia seguinte, podemos acordar só quando quisermos e levantarmo-nos só quando estivermos mesmo prontos.

E ter tudo o que é preciso (ou mesmo nem muito preciso) do que é nosso ao pé... e à mão!

Rara é outra cama que não a nossa, que tal paz e calma transmita. Rara! E eu adormeço em qualquer lado. Mas isto é diferente!

Lençóis de flanela, quentes, macios e fofos, no Inverno. Hum...

Lençóis de linho para, no Verão, cobrirem a pele, só para dizer que estamos tapados. Hum...


Mas não nos fiquemos por aqui! E ver (ou ouvir) chover dentro da cama, numa manhã de Sábado? Que maravilha!!!

E porque carga de água me lembrei disto hoje? Porque tive de me levantar com as galinhas - ainda era de noite - coisa que não faço há muito tempo (graças a Deus, ao menos alguma coisa de positivo na área que escolhi) e V. Exas. não imaginam a tortura que foi sair da cama.

Para começar, estava a ter um sonho bom, que estava prestes a tornar-se melhor. Não era descabido, não tinha baleias falantes, nem dinossauros nem ondas gigantes - como normalmente têm os meus sonhos - e estava a desenvolver-se de uma maneira normal, o que é raro.

O despertador tocou. Roguei pragas e lagartos ao "After the Summer" do meu novo Samsung. Como, de noite? Como, sair para o ar chilly? Ai! Que desgosto. Que desgosto ter mesmo de sair da cama e não poder pôr o despertador para dali a mais 10 minutinhos...

Ainda por cima, para cúmulo, apanhei fila mesmo à porta de casa. Eu não fui feita para isto.

O que vale é que, passados aqueles 20 minutos iniciais after the out of bed chock e quando o dia começa a raiar, até fico contentinha com o facto de acordar cedo e o dia render mais.

Estou para ver é logo...

3 comentários:

Anónimo disse...

Eu tenho um pesadelo recorrente em que me caem os dentes todos. O que quererá dizer?

Anónimo disse...

Filhos, Rachelet. Filhos, acho que é isso.

Anónimo disse...

*terror*