quarta-feira, abril 05, 2006

Mark Rothko

Ainda dizem que o cinema não ensina nada.

Ando "obcecada" - no bom sentido, portanto - com este pintor, Mark Rothko
, desde que fui ver o último filme com a Uma Thurman e a Meryl Steep (Terapia do Amor - Prime, ler sobre o filme AQUI e AQUI). Ela, a Uma, gosta do artista, tem uma reprodução de uma obra do artista em poster, numa cena eles - o casal amoroso - jantam com a companhia do suposto original do quadro e eu, claro, lá fui à procura. O quadro focado no filme é este, o No. 203.

Mas eu gosto muito é deste: White Center (entre outros, claro).



São lindos! Os da fase abstracta, sobretudo.

Ou seja, não só o filme é daqueles que nos põe a pensar na vida e nos finais felizes reais (para a frente é que é caminho, learn and go on, a vida são fases e fases com pessoas, etc. e tal), como ainda (me) dá a conhecer um artista de Nova Iorque que eu achei delicioso e inspirador.

É, ou não é, bonito? É a Estética a falar. O arrepio que os filósofos falam.

4 comentários:

Soph disse...

As minhas Pipocas vão "estudar" o Rothko!!!

;)))

Mariana disse...

SIM!!! só tu para me fazeres lembrar que eu também adorei os quadros mas depois não pensei mais nisso! é que a minha cabeça é de cuco e lembrar-me do nome do senhor... só mesmo tu! irei cuscar na net!!!

nat disse...

Confesso que não é o meu estilo preferido... mas gosto muito do 2º!

Beijinhos ;)

ricardo disse...

oi!
não conhecia o pintor (não vi o filme!).gostei das pinturas, mto interessantes, obrigado por partilhares...
bjokas