terça-feira, março 07, 2006

Tirocínio forense: Queriam borlas, não? Ah. Ah. Ah.


No gabinete. Ok. Ainda tem vista, mesmo assim.

Nos joelhos. 'tá bem. Nada que não tivesse acontecido, recorrentemente, na FDL.

Afinal há testemunha de acusação. Boa...

Ai!... Afinal não era como me disseram? Sim, senhor. Getting better every minute.

In dubio, pro reu
. Tiraram-me as palavras da boca. É o princípio legal.

Princípio da imediação também...E da livre e intíma convicção do julgador.

Provimento parcial? Que teta!!

Ah, pois, mesmo assim, a pagantes por guias. Vai à secretaria pedir.

Sim, sim, depois da atitude de bandido injustiçado, de nariz empinado e camisolinha Gant, e das belas revelações, estavas à espera de quê?

Que desfaçatez. Isso agora já não interessa nada.

Porque é a que ficou. A convicção pessoal, mas motivável e objectivável (diferente de objectável...)

Eu também dava aquela solução salomónica. Também gostava de cagar postas de pescada, um dia. Ou talvez não.

Amigo de amigo de amigo, querias borlas, não? Mas isto diz UNICEF na porta? AMI? Ah. Funny you. So cute. BUT IT'S WRONG!!!

Que falta de pejo. Se calhar sou o Dr. Spock, tenho um sistema circulatório filantropo, e posso-me teleportar para comarcas não adjacentes, de graça, pela net, a utilizar o IOL Talking ou o Skype, não?

4 comentários:

Soph disse...

"Que teta!!"


Ehehe muito bom!!! ehehehe

Pronto... não consigo parar de rir!

nat disse...

Agora sou eu que estou a apanhar do ar ehehe

Mariana disse...

lol! Tu és de facto uma mulher muito, mas muito, complexa!
Mas percebi finalmente o teu nick! LOL!
Sacaninha a caminho de sesimbra! LOL!

Anónimo disse...

Ninguém disse onde foi... HUM!!! Isto é pura ficção! Qualquer semelhança do que escrevo com factos reais é pura coincidência.