Tiro na mouche, numa visão platónico-idealista da coisa VS Experiência é saber: Teoria/dialéctica parva
Só um apontamento...
Não sei até que ponto andar de nenúfar em nenúfar (usando a expressão do meu querido Neno - comenta-me, bronco!!) é bom.
Começo a achar que, quem experimenta, experimenta, experimenta e vai experimentando, testando a vida (ah, ah, ah, estou tão espirituosa, não estou?) não melhora. (adaptação do ditado do post anterior, que aliás, me trouxe até esta teoria parva que estou a tentar expor!!)
Ou seja, o que eu quero dizer é:
- cá para mim quantidade não é qualidade ( VOU TER DE MUDAR O NOME DO BLOG PARA: CALDEIRÃO DO PROVÉRBIO POPULAR OU CALDEIRADA DE CLICHÉS!!);
- não sei até que ponto siutações passadas não seriam mais acertadas.
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No fundo, o que eu quero saber é:
No fundo, o que eu quero saber é:
1º - A tendência é para acertar à primeira, ou à terceira é de vez e a experiência traz saber, no sentido de só mais para lá é que sabemos que quanto mais pedalamos, mais mediocres são as coisas? A tendência é para piorar e nós só nos vamos adaptando ao que é regular e menos extraordinário?
OU
2º - A experiência traz mais saber, incluindo mais e melhores oportunidades? E, como diz outro ditado ( o povo é que tem razão!!!), A EXPERIÊNCIA É A MESTRA DA VIDA e A EXPERIÊNCIA VALE MAIS QUE A CIÊNCIA e PARA A FRENTE É QUE É CAMINHO?
HUM? HUM??
Eu tenho dias. Quem avança, não melhora OU devagar, a experimentar, se vai ao longe?





1 comentário:
Xu... minha querida xu... eu não te quero desapontar mas!!! eis (não heis!!! lol) que a maravilha da vida é mesmo não sabermos às quantas andamos! Que é como quem diz... what da fuck... a vida trocou-me as voltas... faz parte, faz parte... Nunca sei bem em qual das sabedorias populares é que devo acreditar!
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